MRU DISPUTARÁ ELEIÇÃO PARA O CONGRESSO DA UNE

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MRU na UNE – Nós somos a Contracultura

O governo petista, em parceria com a elite política, ou “Estamento Burocrático”, privilegiou e fortaleceu estruturas patrimonialistas, corruptas e de conchavo, até o ponto de corromper todo o sistema republicano. Essa elite se beneficiou dessa estrutura, e operações como a Lava Jato estão cavando cada vez mais fundo os buracos da corrupção no Brasil.

Isso também afetou o movimento estudantil, aparelhado e dominado por uma hegemonia socialista que não só evita o estudante como sufoca sua voz. É um movimento que combate a diversidade de ideias, legitima greves estudantis e invasões, e usa recursos públicos na União Nacional dos Estudantes para fins obscuros e suspeitos.

Diante disso, não é mais possível ficar calado!

É preciso que os bons tenham a coragem de lutar pela democracia, pela verdade e pela liberdade. Como bem disse Edmund Burke: “Tudo que é preciso para o triunfo do mal é que os bons nada façam”.

Estamos cansados de ver a hipocrisia de movimentos estudantis socialistas que se declaram arautos da moralidade e da democracia, quando estes mesmos apoiam ditaduras no exterior, defendem políticos investigados, consideram a Lava Jato uma conspiração, tomam o protagonismo do estudante e buscam evitar qualquer oposição real na UNE.

Atualmente, a União Nacional dos Estudantes está dominada pela UJS, União da Juventude Socialista (ala jovem do PCdoB – Partido Comunista do Brasil), há mais de 20 anos seguidos, com acompanhamento de coletivos do Partido dos Trabalhadores e uma oposição não de valores, mas de líderes, encabeçada pelo PSOL.

O autoritarismo e o ódio são elementos comuns na maior entidade estudantil da América Latina, onde deveriam existir o pluralismo de ideias, d diálogo horizontal com os estudantes e a democracia política.

Hoje, mais do que em outras épocas, a juventude merece seu espaço na política para protestar por uma educação verdadeiramente inclusiva e de qualidade; por uma segurança efetiva nos campi que não nos abandone; por um mercado livre de burocracias, que gere prosperidade, emprego e permita a realização dos sonhos de cada um; e por reformas na política que garantam a reafirmação das liberdades republicanas do povo em lugar da relação de conchavos e de “amigos do rei” entre grandes corporações, empresas estatais, bancos públicos e políticos.

Por isso, o MOVIMENTO REAÇÃO UNIVERSITÁRIA e o Distrito Liberal decidiram lançar a CHAPA LIBERTAS, com o apoio de alguns movimentos nacionais de outras Universidades, para fazerem história como o primeiro movimento das últimas décadas a propor uma OPOSIÇÃO REAL ao domínio socialista.

A eleição da UnB, que ocorrerá entre os dias 31/5 e 01/6, tem o formato de um sistema proporcional simples e será disputada por 9 forças políticas, sendo a maioria delas favorável à continuidade dessa hegemonia.

Somente a CHAPA LIBERTAS tem a coragem e a convicção de ser um movimento estudantil novo, de espírito republicano e realmente combativo pelos direitos dos estudantes.
Em defesa da liberdade de expressão, do estado de direito, de um sistema de ensino eficiente e da integração real com o estudante na UNE!

Da exigência de uma UNE que preste contas à nação e anule o monopólio de representação que possui por Lei, afinal sua única legitimidade deve vir a partir dos estudantes e não por decretos do governo!

DATAS:

31/5 e 01/6 – Eleição de representantes/delegados da UnB
14/6 a 18/6 – 55° Congresso da UNE- Belo Horizonte

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